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» Ok, aqui vai os dois primeiro capitulos da minha História Potter. Chama-se Jennie Cooper e o segredo de Merlin.

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                                           Jennie Cooper

                                                                                                                         

 

 

Era um dia  como todos os outros no Orfanato LongMan, em Hogsmeade. Mesmo assim, havia uma rapariga orfã que aparentava ser a mais feliz de todas. Fazia onze anos, o que naquele orfanato, significava que já se podia ter uma varinha. Como no dia seguinte todos os orfãos que tinham sido admitidos em Hogwarts iam às compras à Diagon-All, Jennie Cooper, de onze anos recém-feitos, não conseguia esconder o entusiasmo.

-Uma varinha, livros, caldeirão e talvez para um animal de estimação…é tudo o que posso comprar com as minhas poupanças..e tu Kenzo? –perguntou Jennie ao remexer num saco de cabedal cheio de moedas de ouro, e algumas de prata.

-Uma varinha, livros, caldeirão, animal de estimação, umas calças novas e quem sabe um manto de festa. –respondeu contente o rapazinho de cabelo loiro e todo despenteado, como se tivesse passado um tornardo em cima dele.

-Bem, também não admira, ao contrário de mim, ainda tens uns familiars vivos, mas não te podem acolher porque vivem no estrangeiro, e os teus pais faziam questão que viesses para Hogwarts. No meu caso, não conheci nenhum familiar meu…foram todos mortos pelos Gigantes…que infezlimente há quinze anos se uniram ao quem Nós Sabemos.

-Pois, felizmente os meus tios aperceberam-se de como a situação estava cá em Inglaterra e então decidiram arranjar um emprego relacionado com Gringotts, lá na América. E mensalmente mandam-me um dinheirinho extra.

-Já viste que sortudo que tu és? Eu nem sei que quantia me espera em Gringotts, visto que os meus pais não me deixaram a chave…Devem ter deixado com um amigo deles, e a esta hora, o cofre deve tar vazio.

-Nã digas isso…se eram realmente amigos dos teus pais, não ousaram entrar nele sequer. –Afirmou Kenzo.

-Como queiras. Vamos mas é já para a cantina antes que alguém nos roube os nossos lugares favoritos.

-Yah..’bora lá.

Levantaram-se do tapete, arrumaram as revistas de Banda Desenhada do Muggle Louco que se encontravam espalhadas pelo chão e dirigiram-se à cantina, em passo rápido.

-Ufa, felizmente o Chuck e o seu bando de idiotas ainda não chegaram…eles muito gostam de nos provocar. –Disse Kenzo ao dar uma olhadela às mesas da cantina, que, por volta das oito ainda estavam pouco cheias.

Sentaram-se, como sempre, numa mesa ao canto, à beira duma janela que tinha vista para a Cabana dos Gritos, uma das casas mais assustadoras de toda a Inglaterra.

-O Thomas disse-me que o Chuck uma vez lá tentou entrar –começou Kenzo – mas que mal passou pelo perimetro à volta do jardim…se é que aquela selva se pode chamar de jardim, voltou para trás aos berros, e jurava que tinha visto um fantasma.

-Treta –disse Jennie com toda a convicção.

-Se fosse treta, o Thomas não tinha dito que o Chuck gritou e fugiu por causa de um fantasma..certamente, como pretence ao grupo dele, inventava e dizia que ele tinha lutado como um guerreiro para se libertar das presas do fantasma – disse ele.

-Lá isso..-disse Jennie, após ter pensado um bocado.

Após terem acabado de comer a sobremesa, os dois jovens decidiram que era melhor ir já para a cama, para ver se o dia de amanhã chegava mais depressa.

 

                      Meia-Hora no autocarro Cavaleiro

 

 

 

Geralmente lá no orfanato, durante as ferias, podiamos acordar a que horas fosse. Mas sendo “O dia de compras na Diagon-al para os novos alunos de Hogwarts”, tudo era diferente. Acordaram-nos as oito da manhã e deram-nos meia-hora para nos apresentar-mos devidamente na cantina, para um pequeno-almoço reforçado.

Então, os orfãos que tinham sido aceites em Hogwarts tinham entrado no espirito ansioso e alegre de “O dia de compras na Diagon-al para os novos alunos de Hogwarts”.

Todos se despacharam o máximo que puderam, alguns atrasaram-se devido às rasteiras e brincadeiras do Chuck, mas Jennie sentia que nada naquele dia poderia correr mal.

Prometera a si mesma que se o Chuck a provocasse, iria pelo menos “tentar” não lhe responder ou lhe dar um murro bem dado naquela…face (uma maneira decente de dizer focinho).

Depois dos alunos se terem deliciado com os ovos estrelados, umas fatias de bacon, e sumo de abóbora, foram praticamente a correr para o corredor da entrada do orfanato, até receberem a ordem de sairem em filinha indiana e entrar nas ruas de Hogsmeade.

Mesmo à frente do orfanato situava-se a biblioteca municipal de Hogsmeade, e ao lado encontrava-se o cabeça de javali, um bar onde Jennie nunca entrara na sua vida. Aliás, Jennie só teve a oportunidade de sair umas duas ou tres vezes fora do perimetro do orfanato em visitas à aldeia, há uns anos atrás. Por isso é que lhe custava admitir que Chuck, era mais sortudo que ela. Ninguém sabe onde, mas ele encontrara uma saida secreta para os jardins da Cabana Dos Gritos, sem ter que passar pelas encarregadas da limpeza ou pelo porteiro.

-Muito bem meninos – Começou por dizer Miss Pierce, Sub-Directora do orfanato- Arranjem um par e vamos dois a dois numa fila ORDEIRA até ao centro da cidade.

-Já te perguntaste como é que vamos para a Diagon-Al?- Perguntou o Kenzo à Jennie, baixinho.

-Sei lá…quem sabe, de Autocarro Cavaleiro, seria fixe não achas?

-Yaah! Porreiro. Mas somos…tantos! Pelo menos dez. Não sei se o autocarro tem lugar para tantas pessoas.

-Pah, lá vens tu com as tuas complicações! Diz-me Kenzo..ta-mos no mundo da magia não tamos ó esperto? – perguntou a Jennie cinicamente.

-Sim, mas o que é que isso tem a ver?

-Aqui, é tudo possível . Se não há espaço, arranja-se.

Kenzo pensou que não havia resposta para aquilo. De facto, Jennie tinha toda a razão. Ken limitou-se apenas a desviar o olhar e a obedecer a Miss Pierce. Fazer uma fila e andar ordeiramente..sim, parecia-lhe certo.

E assim foram, até ao centro da vila, que era marcado por uma fonte no meio de uma estrada. Mal chegaram, para evitar discussões com Miss Pierce, não deformaram a fila dois a dois, esperando por mais indicações.

Mas não era preciso esperar muito. Mal Miss Pierce levantou o braço e acenou com a varinha, um jacto de luz faiscante veio não se sabe donde e fez aparecer um autocarro roxo de tres andares.

-Bem, pelos vistos tinhas razão Jen…- admitiu Kenzo..um pouco desapontado.

-Oh..a sério? Mesmo assim pergunto-me..caberemos todos lá dentro? –perguntei eu sarcasticamente.

-È claro que sim cabeça d’alho chocho..será que nunca aprendes Cooper? –interveio Chuck.

-Tipo, não te metas meu…eu nem se quer me dei ao luxo de te dirigir a palavra. – disse as palavras propositadamente devagar para ver se ele percebia bem o que eu tinha dito.

-Não gozes comigo, e tu não tens o direito de me falares assim. Exigo respeito da tua parte orfã mal agradecida.

-Mal-agradecida? Essa não percebi. Disses-te isso para me atingires ou não tinhas mais nada que dizer Chuck? Sinceramente. Mas de certo modo impresionei-me. Não sabia que em menos de dez segundos conseguias juntar palavras suficientes para formar uma frase.

Tinha sido o limite, pensou Jennie, mas felizmente estavam com a companhia da senhora Pierce por isso o Chuck limitou-se a virar as costas.

-Essa foi forte huh? –segredou-me kenzo.

-Muito bem muito bem meus pirralhozinhos. Façam favor de entrar um a um, e sentarem-se dois a dois numa cama. E QuE NINGUÈM VÀ PARA O TERCEIRO ANDAR. –Acrescentou a sub-directora.

-Porque é que não podemos entrar no terceiro andar? –perguntou o Kenzo à Jennie.

-Nã sei…estranho, de repente sinto o impulso de ir mesmo lá…-admitiu Jennie, com um sorrisinho mercenário na cara.

-Ah oh…esse sorriso não. – amentroou-se Kenzo. –Jennie não tás a pensar ir lá cima pois não?

-Se vais Jennie, eu também quero ir –afirmou o rapaz ao lado dela, mas que não era Kenzo.

-Chuck? Tu queres o quê? – perguntou o Ken um pouco impressionado.

-Foi como tu ouviste. Posso não simpatizar com voçês fedelhos, mas tudo que incluia desobedecer as regras é comigo.

-Bem, se queres vir, primeiro tens que nos chamar pelos nomes. E por outro lado tens que por um dos teus copinchas a distrair a Miss Pierce. –argumentou ela.

-Ok, na boa, EI Thomas! Anda cá –chamou ele um rapaz que tava sentado à beira dum rapazinho de ar mesquinho. –Vê se distrais a prófe com o plano nº 7 ok?

Jennie não percebeu nada, mas o Thomas, rapazinho de cabelo castanho comprido parecia ter percebido muito bem, que de facto se foi meter à frente da prófe e a começar a converser com ela.

-Plano 7? –perguntou Kenzo.

-Yah, crise de existensialismo. Nada como similar uma crise para destrair uma profe- Afirmou Chuck com orgulho.

-Uau, desculpa lá se te acusei de burro Chuck. – disse Jennie um pouco acanhada.

-Tudo bem, se disseste devias ter os teus motivos –desculpou-a Chuck.

De facto Jennie d’antes tinha todos os motivos. Chuck era do dobro do seu tamanho no que se fala em largura, apesar de serem da mesma idade. E por vezes parecia mesmo um bronco.

-Se alguma vez fiz papel de bronco, era só para chamar a atenção das profes, mais nada. –Disse ele, enquanto se levantava da cama e se dirigiu à escada em caracol.

-Pera aí onde vais? –perguntou o Kenzo, que parecia não ter vontade de seguir Chuck

-Olha pá profe, já se derramou em lagrimas com o discurso do Thomas…Bora Lá kenzo! – disse jennie num tom de chacota.

Subiram as escadas e foram deparar com um compartimento igual ao primeiro andar. Cheio de camas. Decididos a subir as escadas de novo, mal tocaram no ultimo degrau que foi o suficiente para ver o que o terceiro andar tinha de tão misterioso.

-UAU! MEus, olhem para isto! –exclamou Chuck ao olhar em volta.

Parecia uma loja ambulante de brincadeiras mágicas.

-Boa tarde miudos, eu sou o Lee Jordan e tou aqui ao vosso dispor. Tou a ver que vieram aqui clandestinamente, por isso vou-vos fazer um desconto –Disse um homem pelos seus trinta anos de raça negra, enquanto piscava o olho à Jennie.

O rapaz encontrava por detrás de um balcão roxo, cheio de objectos estranhos por cima, e com uma caixa registradora que parecia estar viva.

-O que são estes? –perguntou o Kenzo, apontando para uns simples cadernos.

-São diários, mas sempre que alguem o tenta abrir, morde. Claro está que só ao dono é que é divulgado o anti-feitiço. –informou-os Lee Jordan.

-E isto? –perguntou Jennie, enquanto pegava numas chiclas que diziam: Magic Bubbles.

- Bem, essas fazem com que saibas dançar de todo o tipo de danças…cha cha cha, tango, valsa, etc etc. Convinha que só usasses num baile, ou entao começas a dançar sem qualquer motivo.

-Ei, isto parece-me um saco de cabedal normal…é mesmo teu ou tá enfeitiçado? –perguntou curioso o Chuck.

-Está enfeitiçado. È um dos produtos que vendo que é mais útil. Faço sempre questão de não o vender ou falar dele a professors ou a adultos. Só a menores de vinte anos. Esta saca, quando vendida, fixa quem a comprou, ou seja, memoriza o dono. Só e apenas o dono a consegue ver. Ou seja, se a tiveres no bolso cheia de bolinhas de mau cheiro, só tu as ves, porque tão dentro do saco. Se for outra pessoa não vê nada. Por isso aconcelho-vos a só pegar nela quando tiverem sozinhos, ou então as pessoas à vossa volta vou pensar que voçês estão a fazer mimica.

-Eu tô interessada neste saco..quando custa? –perguntou a Jennie.

-Cinco galeões. –disse Lee com toda a naturalidade.

-Fogo! Isso é uma roubalheira! –disse Kenzo descaradamente, mas, de certo modo, com razão.

-Eu preciso dos meus cinco galeoes para comprar um animal de estimação –disse Jennie lamentavelmente.

-Então fazemos o seguinte: eu dou-to de graça se prometeres que vendes alguns dos meus produtos em Hogwarts. Depois mandas-me o dinheiro por coruja. –disse Lee Jordan.

-UAU! A sério? Quer dizer, o risco é grande se me apanham a vender dessas cenas em Hogwarts mas vale a pena.

-E não é só isso. Se venderes mais de dez, os outros produtos ficam para ti. Tanto os podes guardar como os vender e o dinheiro ficar para ti.

-Uma proposta muito tentadora! TAmbém quero! –disse Chuck.

-Nah desculpa, tu dás muito nas vistas, e o people ia logo desconfiar de ti. Tens cara de rufia. Preciso que seja uma rapariga, porque são sempre mais inocentes. –disse Lee em tom de brincadeira, embora tenha dito aquilo asério.

-EI! Eu não sou inocente. –protestou a pequena Jennie.

-AHAh…tá bem, podes não ser mas pareces. Pronto então? Negócio fechado? –Perguntou o dono da loja estendendo a mão.

-Claro! –Jennie apertou a mãe de Lee toda contente,

-Pronto ok, vou-te dar aqui uns produtos que são capazes de fazer sucesso. Umas pastilhas isybalda, isovomito, e de fanico. Mas como são muito conhecidas pelos profes é melhor não…Já sei, a nossa nova invenção.

-Vossa? Tu e mais quem?

-Os gémeos Weasley. São meus amigos.

-UAU! Tu conheces os gemeos Weasley? –perguntou  o Kenzo ligieramente num misto de ciumes e admiração.

-Yah, somos sócios. Eles vendem na Diagon-All e eu no autocarro cavaleiro. O negócio vai de vento em poupa. Vá eu deixo-te levar estes lenços que mordem, uns sacos de cabedal invisiveis e ah sim…penas de escrita rápida. Não se consideram uma birncadeira mas são sempre muito úteis. Ok?

-Yah, eu tomo conta do assunto. Por quanto vendo cada? –perguntou Jennie.

-Cinco galeões cada. –disse Lee com toda a naturalidade.

-Cena! Ninguém vai comprar por esse preço! –Disse Kenzo.

-Pois, mas como a tua amiga disse que tratava do assunto..-Lee fez uma careta.

Após Jennie ter guardado aquelas preciosidades cuidadosamente na sua mochila, desceram os três até ao primeiro andar, onde a Miss Pierce estava a tentar comfortar o Thomas.

-Vês? Ahaha eu não te disse? O Thomas nunca falha. Deve ter enganado a prófe tão bem que ela nem sequer deu pela nossa falta.

Thomas ao avistar Chuck piscou-lhe o olho, e foi ter com eles, agradecendo logo a seguir a paciência da prófe em relação “àquele assunto”.

-Então a prófe topou? –perguntou Chuck.

-Yah, eu fingi que tava a entrar em depressão por nunca ter conhecido os meus pais e ela pos-se pra lá a dizer que patati patatá blá blá blá. Acredita, que até consegui chorar..se bem que no sentido contrário que a profe pensava. Tava a chorar a rir da incredulidade da Pierce.

Os quatro riram-se e antes que se pudessem sentar o autocarro cavaleiro já tinha parado.

-Diagon-Al Senhora Pierce. Suponho que no fim do mês paga? –perguntou um homem pelos seus quarenta anos, que pelos vistos se chamava Stan.

 -Sim sim, claro, até já Stan–comunicou ela.

    

 

                                  As sapatilhas mágicas

 

 

A diagon-al era um sitio que pouca gente conseguia descrever sem entusiasmo. Era uma rua estreita, e muito longa, cheia de lojas de ambos os lados. Uma pessoa tinha que andar muito devagar para poder observar atentamente cada loja. Maior parte do tempo, a filinha dois a dois dos orfãos de Hogsmeade parava. Principalmente quando era uma loja de roupas ou acessórios magicos, pela qual a professora Pierce se sentia muito atraida. Parara pelo menos em cinco lojas e de duas saiu cheia de sacos.

-Muito Bem meninos, Esta é a parte principal da Diagon-Al -começou por dizer.- Encontramo-nos daqui a uma hora. Não façam asneiras.

-Fixe, sozinhos na Diagon-Al-disse Kenzo todo contente.

Mas passado algum tempo descobriu que não estavam assim tão sozinhos. A diagon-Al estava atulhada de gente, maior parte dela a bloquear caminho. Sem contar que o Chuck e os seus copinchas (Thomas, Peter e Gary) estavam a seguir o Kenzo e a Jennie.

-O que é que queres Chuck? -perguntou o Kenzo, virando-se para trás com um olhar saturado.

-Como assim? Não podemos fazer escolta à rapariga que possui bens para os alunos rebeldes? -perguntou inocentemente Chuck. Os amigos dele riram-se baixinho.

-Se te tás a referir à mercadoria que tenho que vender Chuck, podes ir tirando o cavalinho da chuva, que eu não te vou dar nenhum desconto, muito menos de graça.

-Tsc tsc...Não sei se sabes, fui eu que fiz com que voçês conseguissem chegar lá cima ilesos...isto é, com a ajuda do Thomas.

-Eu conseguiria ir lá sozinha sem a tua ajuda. Será que não consegues de deixar de seres convencido por uns segundos? -perguntou Jennie, virando-lhe as costas e fixando-se nas lojas novamente.

Chuck decidiu ir ver  loja de equipamentos de Quidditch. Jennie preferiu evitar essa loja, visto que não tinha dinheiro para gastar nela.

-Jennie, queres ir a gringotts? -perguntou o Kenzo como que com medo da reacção de Jennie.

-Como se..tipo, eu não tenho a chave! -resmunguei eu.

-Sim eu sei..mas se ninguem te escreveu até agora, a dizer que a chave está em sua posse, é porque secalhar os teus pais não guardavam o dinheiro em Gringotts.

Jennie parou para pensar. De certo modo Kenzo tinha razão. Ou então a pessoa a quem foi entregue a chave do cofre de

Gringotts deve tê-la usado até esvaziar o cofre.

-Bem, não interessa.Tenho dinheiro para o material deste ano.

Para o ano não sei. Mas com o dinheiro que vou ganhar ao vender estas cenas do Jordan talvez me safe :)

-Yah tens razão. Eu não tou no mesmo caso. Os meus familiares mandam-me uma mesada.

Jennie estava farta de ouvir Kenzo dizer sempre a mesma coisa. Preferiu não responder.

Ao passar por uma loja de calçado mágico, Jennie ficou alguns segundos a observar umas sapatilhas tipo All-star laranjas. Eram magnificas. De certo modo até perfeitas. Jennie sempre adorara aquele tipo de sapatilhas, e a cor laranja era a sua favorita.

-Vamos entrar, quero saber o que têem estas sapatilhas de mágico, para além de me ter feito apaixonar-me por elas à primeira vista. -disse Jennie, entrando na loja, puxando por KEnzo pelo seu casaco, enquanto ele sorria ao que tinha acabado de ouvir.

-Desculpe...-começou ela por dizer ao senhor que tinha pelos sessenta anos, que se encontrava atrás do balcão.- Aquelas sapatilhas da montra. O que fazem?

-Várias coisas. Depende da tua necessidade. Se precisas de alcançar um livro no topo de um armario e não chegares lá, as sapatilhas dão-te um impulsoe fazem-te saltar até à altura que necessitas para agarrar o livro. Se estás em fuga e não tens vassoura, as sapatilhas sentem-no e fazem com que começes a correr sem te cansares, a uma grande velocidade. - o balconista parou por um instante para dar um suspiro- Se precisares de passar por cima de uma poça de água, deslizas por cima dela e por aí fora.

-E quanto é que custam?-perguntou Jennie a medo.

-Dez galeões e três leões de prata. -disse o senhor com toda a naturalidade.

-Mas isso e o dinheiro que eu tenho para comprar o meu animal de estimação.

-Garanto-lhe que estas sapatilhas lhe serão mais úteis. Mais do que imagina- por incrivel que pareça o balconista piscara o olho a Jennie, e ela percebera que o senhor não tinha revelado alguma especialidades daquelas sapatilhas.

-Tudo bem, de qualquer das maneiras, posso mandar cartas pelas corujas da escola-disse Jennie satisfeita, pagando ao senhor e saindo da loja com uma caixa de sapatos em baixo do braço.

 

 

                                        

 

 

 

 

 

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